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Guarda compartilhada (continuação)

Uberlândia, 21 de abril de 2017 ás 16:56

Não é difícil encontrar situações em que os pais travam ferrenhas disputas na justiça pela guarda principal de suas crianças.

Neste artigo traremos uma analise para reflexão do melhor interesse da criança e tornar o processo judicial o menos traumático possível quando não há o consenso da guarda.

Nestes processos normalmente os pais estão carregados de mágoa um dos outro, porem é hora de deixar o egoísmo de lado e pensar exclusivamente na criança, estes reflexos negativos podem deixar sequelas na fase de formação da personalidade dos filhos.

A orientação de um profissional do direito é imprescindível mas também o apoio de outras áreas como psicólogos irá auxiliar e muito o trabalho do advogado em função do desgaste emocional causado nestes processos.

O dialogo é única saída, e necessário que os pais tenham uma convivência no mínimo respeitosa, e caso não consigam buscar ajuda de psicólogos é imprescindível, afinal o advogado ira cuidar do procedimento de judicialização, e não servir de mediador da relação dos responsáveis pela criança.

Quando a situação sai do controle, agravado pelo estresse do dia a dia , é necessário ter calma, tomar atitudes precipitadas pode causar danos colaterais irreversíveis, portanto esfriar a cabeça e o melhor a fazer, por mais difícil que seja.

Não adianta também esconder dos filhos o quão complicada a situação esta, como por exemplo quando um dos pais não esta pagando pensão. E necessário mostrar a criança o que de fato acontece, claro que com muito cuidado para não gerar alienação parental , como já dissemos neste artigo.

Um engano e achar que pela pouca idade, as vezes com 08, 09 anos a criança não esteja entendendo, é nessa idade que começa a fase de formação de caráter.

Quando ressaltamos a importância de um mediador psicologo para que a criança entenda de forma didática é em função da experiência, pois a maioria destes caso onde há a necessidade de processo são pais de primeira viagem e ainda não sabem a melhor forma de conduzir.

Por fim é ser tolerante e flexível, isso não é um jogo onde um ganha e outro perde, portanto deve estar com a cabeça aberta para fazer concessões em prol da criança, este sim será o maior beneficiado de uma relação pacifica.

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