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Alienação parental

Um dos temas recorrentes de clientes em nosso escritório de advocacia em Uberlândia é a busca por orientação jurídica em casos que seus filhos não querem se valer dos dias de visita para ficar com um dos pais, e após uma certa analise na maioria das vezes chegamos a constatação que se trata-se uma situação prevista na nossa legislação que é alienação parental, explica o advogado.

O que é alienação parental.

Vamos explicar melhor, alienação parental é um fenômeno psicológico onde o pai ou a mãe (ou mesmo tutores e curadores) tentam afastar o outro envolvido do convívio com os filhos menores. Um exemplo concreto é quando um dos pais traz adjetivos pejorativos e manipula a cabeça da criança a enxergar erroneamente que outro é uma má pessoa. Traz cercado de frases como “seu pai/mãe é bandido, que não gosta de você, que este metido em coisas ilícitas, etc”, reitera o advogado.

E essas frases de impacto ficam sendo repetidas consistentemente, moldando a personalidade intelectual da criança a gerar rejeição pelo outro.

Normalmente ocorre após um complicado processo de divorcio ou separação , onde a mágoa de um dos pais acaba gerando efeitos de rejeição que são externalizados na criança. É uma forma de vingança, e que pode gerar danos e consequências a médio longo prazo na criança que irreversível na fase adulta, principalmente quando ocorre na adolescência, fase de formação de personalidade da pessoa, salienta o advogado.

Sintomas.

Um sinal de que isto pode estar acontecendo, e quando os filhos rejeitam as ligações dos pais, recusam a entra-los nos dias de visitas, ou mostram uma hostilidade injustificada.

A justiça brasileira é atenta a isso e existem meios processuais para analise dos casos, é possível entrar com um processo de analise de alienação parental, onde o juiz solicita a psicólogos forenses um laudo técnico/pericial para constatação da situação através de entrevista com a criança. Assim emitido o laudo, é repassado ao juiz e Ministério Público para que sejam tomadas as devidas providências, mobiliza o advogado.

Consequências.

Constatada a alienação parental uma das consequências poderá ser a perda do pátrio poder, ou seja, a
a perda do direito de convivência com a criança, como medida restritiva a não aproximação ou tentativa de contato.

O mais importante é que por mais traumatizante que foi a relação e que gerou a separação, a criança é indefesa na situação, e o interesse do menor deve ser posto sempre em primeiro lugar. O convívio deve ser feito de forma amistosa e amorosa pois mesmo que separados o vinculo com os sera pra sempre, e na falta de um, o outro estar próximo para amparar é melhor coisa pra criança, que terá solidez para se apoiar e formar seu caráter em adjetivos e referencia boas sobre os pais, assim tornando adultos de carácter por ter em casa modelos de referência, conclui o advogado.

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